INTER-INVENÇÃO
ARTETERAPIA E POLÍTICA PÚBLICA
Palavras-chave:
Arteterapia, Política Pública, Saúde Coletiva, istema Único de Saúde (SUS), intervençãoResumo
O presente texto trata da inserção e participação da Arteterapia como uma Prática Integrativa e Complementar em Saúde e os supostos desafios e perguntas importantes a se fazer ao ingressar no contexto da política pública. Algumas noções elementares sobre a Saúde Coletiva são abordadas, como por exemplo, o sentido de público enquanto o que pertence a todo e qualquer cidadão, o principio do direito à saúde, a produção coletiva da saúde, o conceito amplo de saúde no qual se ampara a politica do Sistema Universal de Saúde (SUS) e o princípio de cuidado à saúde que dele decorre. Algumas pistas são apresentadas, com o intuito de traçar percursos possíveis para a produção dessa transposição da Arteterapia para o âmbito da Saúde Coletiva, sobretudo em relação à experiência da clinica, considerando, para tanto, ser imprescindível o seu deslocamento e abertura à inventividade e a prática da ética da afetação mútua entre ela e a política em questão.
Referências
BRUM, Eliane, Como fabricar monstros para garantir o poder em 2018. El País, 31.10.2017. Disponível em: https://brasil.eIpais.com/brasil/2017/10/30/opinion/1509369732 431246.html
MORAES, M.M., Naquela tarde paulistana: o deslocamento como uma experiência estética. Em: FRANCISQUETTI, A. A. Arte-Reabilitação: um caminho inovador na área da Arteterapia. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2016. p. 157-168