Arteterapia e Mitos
no resgate do arquétipo da mulher selvagem e dos ciclos lunares de vida — morte — vida
Palavras-chave:
Arteterapia, Mitos, Arquétipo da Mulher SelvagemResumo
A arteterapia como recurso de expressão e ligação do inconsciente com o consciente, aliada ao dos mitos, é capaz de fazer o resgate do arquétipo da mulher selvagem. Arquétipo este que muitas vezes fica esquecido pelas mulheres do mundo moderno e contemporâneo, trazendo ausência de sonhos, ansiedade, depressão. Quando reconhecidos pela natureza da mulher, esta se torna capaz de reconhecer seus ciclos de vida e morte, suas fases lunares internas que acontecem todos os meses no ciclo menstrual. Este estudo baseado na teoria Junguiana e no livro da Clarissa Pinkola Estés, Mulheres que Correm com Lobos, foi vivenciado dentro de uma empresa da cidade de São Paulo, com uma paciente que relatava problemas com seus ciclos, problemas de autoestima, e que durante seu processo arteterapêutico, pode resgatar a essência feminina, o autoconhecimento e viver com mais plenitude em sua vida.
Referências
BARCELOS, Aline Marques. Arteterapia e Mitos: no resgate do arquétipo da mulher selvagem e dos ciclos lunares de vida — morte — vida. Monografia (Especialização em Arteterapia). São Paulo: FAMOSP — Faculdade Mozarteum de São Paulo, 2014. Orientadora: Prof" Msc. Dilaina Paula dos Santos.