‘ART ENGENHARIA'
UMA PONTE TRANSDISCIPLINAR PARA O DESENVOLVIMENTO DO POTENCIAL HUMANO
Palavras-chave:
Desenvolvimento, Humano, Transdisciplinar, Arteterapia, EngenhariaResumo
No instável e incerto cenário contemporâneo, a cada dia novas são as dificuldades e também as oportunidades, exigindo novas soluções e interações entre conhecimentos, demandando novas abordagens e formas de pensamento Numa integração transdisciplinar entre Arteterapia e Engenharia, este artigo traz a proposta ’ArtEngenharia’, que levanta sua estrutura explorando a arte enquanto linguagem simbólica e transformadora, e a engenharia como referencial analógico. A ’ArtEngenharia’ vem se construindo como proposta de desenvolvimento humano pessoal e organizacional, em contextos diversos como o empresarial, o institucional e o educacional. Nesta construção, projetos específicos vêm sendo elaborados e aplicados conforme a demanda, no formato de atendimentos individuais, workshops ou programas contínuos, propondo a Arteterapia como recurso construtivo significativo no desenvolvimento dos projetos da engenharia da mente humana.
Referências
ABRAHÃO, R. O chão exige muito cuidado. GEOeasy - Geotecnoloqias & Meio Ambiente, publicado em 4 de Novembro de 2011.Disponível em:
<http://peoeasy.com.br/bIoq/?cat=25&paqed=34>. Acesso em: 20-08-2013.
ALVA, G. M. S. Comportamento dos materiais e das estruturas. Universidade Federal de Santa Maria. Curso de Graduação em Engenharia Civil ECC 1006 — Concreto Armado A, Santa Maria. 2010. Disponível em:
Acesso em 15-08-2013.
ANGELONI, M. T.(org). Organizações do conhecimento: infraestrutura, pessoas e tecnologias. 2a edição. São Paulo: Saraiva, 2008.
ARANTES, S. M. R. A Arte e o Terapêutico na Práxis Psicopedagógica nas Organizações. Constr. psicopedag., São Paulo, v. 16, n. 13, dez. 2008. Disponível em:
<http://pepsic.bvsaIud.org/scieIo.php?pid=S1415-69542008000100002&script=sci arttext> Acesso em: 12-05-2013.
BARROS, O.; MORAIS, J. A. A Coragem de Mudar: este é o momento de um novo Brasil, que exige uma nova empresa, que exige um novo profissional (Coleção Nova Tecnologia da Administração). Juiz de Fora: Concorde, 2004.
BROHN, D. Understaning structural analysis. 3rd ed. London: New Paradigm Solutions, 2005.
CARVALHO, E. A. Saberes Culturais e educação do futuro. PGM 4 — Nabuscadenovosconhecimentos. 2002. Disponível em:
<http://www.uesb.br/Iabtece/artiqos/Saberesoó20Culturaisoó20eoó20EducaoóC3o4A7oóC3oóA3o°ó20dooó20Futuro.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2007.
CIORNAI, S. (Org.) Percursos em Arteterapia: arteterapia gestáltica, arte em psicoterapia, supervisão em arteterapia. Volume 62. São Paulo: Summus, 2004.
DAMASIO, A. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DE BONO, E. O pensamento lateral. Rio de Janeiro: Nova Era, 2002.
DENNIS, R. Arte e negócios como forma de desenvolvimento. Empreender para todos. Publicado em 05 de Dezembro de 2011. Disponível em: <http://www.empreenderparatodos.com.br/arte-e-neqocios-como-forma-de- desenvolvimento/> Acesso em: 28 de Agosto de 2013.
DUTRA, J. S. Gestão por competências. São Paulo: Gente, 2001.
GRAMIGNA, M. R. Líderes Inovadores: Ferramentas de criatividade que fazem a diferença. 1a edição. São Paulo: M. Books do Brasil Editora Ltda., 2004.
GRAMIGNA, M. R. Modelo de Competências e Gestão dos Talentos. 2a edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
HAMEL, G. Liderando a Revolução. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2000.
HAMEL, G.; BREEN, B., O Futuro da Administração (The future of management) Traduzido por Thereza Ferreira Fonseca. São Paulo: Editora Campus, 2007.
JACOBI, J. Complexo, arquétipo e símbolo na psicologia de C.G. Jung São Paulo: Cultrix, 1986.
JUNG, C. G. A energia psíquica. Tradução Mateus Ramalho Rocha.9a edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. 95 p. (Título original: Die DynamicdesUnbewussten).
JUNG, C. G. O espírito na arte e na ciência. Tradução Maria de Moraes Barros. 3a edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 1991.
KILIAN, A. P. V. O processo de geração de idéias fundamentado no pensamento lateral: Uma Aplicação para Mercados Maduros. Dissertação (Mestrado) — Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, UFSC, 2005. Disponível em: < http://www.tede.ufsc.br/teses/PEPS4772.pdf>. Acesso em: 23-08-2013
LIMA. L.O. Dinâmicas de Grupo na empresa, no lar e na escola: grupos de treinamento para a produtividade, 1 a edição, Petrópolis: Vozes, 2005.
LUPERINI, R. Dinâmicas e jogos na empresa: método, instrumento e práticas de treinamento. Petrópolis: Vozes, 2008.
MANDEL LI ed al. A disciplina e a arte da gestão das mudanças: como integrar estratégias e pessoas nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
MONTENEGRO, I. Excelência Operacional: O Desafio da Melhoria Contínua. São Paulo: Sobratema, 2007.
MORIN, E. Complexidade e Liberdade - Ordem, separabilidade e lógica: os pilares da ciência clássica. Publicação de ensaios Thot, Associação Palas Athena, São Paulo, n.67, p.12-19, 1998. Disponível em: <http://www.qeocities.com/pIuriversu/compIexi.htmI>. Acesso em: 29 out. 2007.
OLIVEIRA, M. B. ed al Concepção de pilares em concreto armado e de pilares em aço. X Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e VI Encontro Latino Americano de Pós-Graduação — Universidade do Vale do Paraíba, São José dos Campos: 2006. Disponível em:
<http://www.inicepq.univap.br/cd/INIC 2006/inic/inic/07/INIC000071ok.pdf» Acesso em: 12-07-2013.
PAROLIN, S.R.H. A criatividade nas organizações: um estudo comparativo das abordagens sociointeracionistas de apoio à gestão empresarial. Caderno de Pesquisas em Administração, São Paulo, v. 10, n° 1, janeiro/março 2003. Disponível em:
<http://www.ead.fea.usp.br/cad-pesq/arquivos/v10n1art2.pdf>. Acesso em: 16-06-2013.
PELLANDA, L. E. C. Psicanálise numa Visão Sistêmica. Pôster apresentado ao Congresso Internacional de Psicanálise, Nice, França, 2001. Disponível em http://pessoal.portoweb.com.br/peIIanda/portpost.htm. Acesso em: 15 set. 2007.
PREDEBON, J. Criatividade hoje: como se pratica, aprende e ensina. 2a ed. São Paulo: Atlas, 2001.
REBELLO, YOPANAN C. P. A Concepção Estrutural e a Arquitetura. São Paulo: Zigurate Editora, 2007.
RHYNE, J. Arte e Gestalt: Padrões que convergem. São Paulo: Summus, 2000.
ROCHA, R. A. O pensamento racional lógico, a intuição e a criatividade no processo de administração estratégica. Tese de Doutorado- Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, 2012. Disponível em:
<https://repositorio.ufsc.br/handIe/123456789/78405>. Acesso em: 17-07-2013.
SCHWARK, M. P. Sugestões para um curso intuitivo de engenharia de estruturas. 2006. Dissertação (Mestrado em Engenharia). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
SENGE, P. A quinta disciplina: arte, teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo, Best Seller: 2000.
SILVEIRA, N. Jung. 19a edição. (Coleção Vida & Obra). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003.
STARKEY, K. Como as organizações aprendem: relato do sucesso das grandes empresas. São Paulo: Futura, 1997.
TUDDA, L. e SANTOS, A. B. A. Teorias para o desenvolvimento da criatividade individual e organizacional RAD Vol.13, n.1, Jan/Fev/Mar/Abr 2011, p.116-133. Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/rad/articIe/view/3846/4233>. Acesso em: 16-06-2013.
WEIL, P.; D'AMBRÓSIO, U.; CREMA, R. Rumo à nova transdisciplinaridade: Sistemas abertos de conhecimento. 4a edição. São Paulo: Summus, 1993.
ZAMBONI, S. A pesquisa em arte: um paralelo entre Arte e Ciência. Campinas: Autores Associados, 2006.